Eu sou o dono da chuva de tempo alerta
Eu caminhava da mao de minha mãe morta
E saudando ao vento, e a o sol
Vou a abrir a janela nas noites incertas
Vou levantar de a terra a todos os mortos
Vai desculpar o governo tanto bicho solto
E com um grito de alerta escutado no meio planeta,
Vai se distinguir o meu acento cantado
Dentro na floresta...
Ajude meu irmão a falar que tudo e seguro
Que vamos nos juntos formar um século magro
Pedaços de céu tão azul que brinquem os astros
Que cento por cento meu canto vai ter esperança
Não vai machucar o conflito a nossa confiança
E termos que às vezes sentirmos poetas
Sentirmos valiosos valentes juntar nossas forcas
Juntar nossos passos, e nosso idealismo
Pra descansar sem pensar no obscuro abismo.
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